Kiro é bom pra quê?

Image for post
Image for post

“Que seu remédio seja seu alimento e que seu alimento seja seu remédio.” A frase de Hipócrates (460 a.C.-377 a.C.), médico grego considerado pai da medicina, ficou famosa a ponto de ocupar de quadros a posts por aí. A relação entre alimentação e saúde, porém, ainda é muito conturbada, e vem atravessando perrengues nas últimas décadas — desde a vilanização de alimentos naturais até a luta pela rotulagem de industrializados.

Nos últimos anos, graças a comunicadores, cozinheiros, nutricionistas, jornalistas, ativistas e especialistas, o conceito da comida de verdade vem tomando lugar na mídia, nas redes sociais e (que bom!) na mesa brasileira. Nunca se consumiu tanto conteúdo sobre o tema, tampouco houve tanta investigação sobre cadeia produtiva e alimentação saudável.

Mas o que é uma alimentação saudável? Segundo a nutricionista e especialista em nutrição nas doenças crônicas, Sheila Travain, para garantir uma boa saúde é preciso “Ter uma alimentação baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, variada e predominantemente de origem vegetal. Já os ultraprocessados homogeneizam a alimentação e favorecem o consumo excessivo de calorias.”

Os alimentos in natura ou minimamente processados, além de nutrir o corpo, favorecem cadeias curtas de produção, valorizam a agricultura familiar e promovem a característica da funcionalidade.

Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), “Alimentos funcionais são alimentos que apresentam outros benefícios além de nutrir, pois contêm constituintes que podem auxiliar, por exemplo, na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos; na proteção das células contra os radicais livres; no funcionamento do intestino; na redução da absorção do colesterol; entre outros, desde que seu consumo esteja associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis.”

Apesar de a grande indústria se apropriar de conceitos relacionados à alimentação saudável, é dos produtos in natura ou minimamente processados que brota a funcionalidade dos alimentos. “O efeito benéfico advém do alimento em si, e das combinações de nutrientes e outros compostos químicos que fazem parte da matriz do alimento, mais do que de nutrientes isolados”, lembra Sheila.

O switchel, por exemplo, pode ser considerado um alimento funcional, uma vez que é produzido a partir da sinergia de apenas quatro ingredientes — gengibre, mel, vinagre de maçã e água -, que trazem benefícios para além da nutrição do corpo:

> GENGIBRE — garante aroma e sabor picantes à bebida, e de acordo com Sheila, “apresenta ações antiemética, melhorando náuseas e vômito, antiinflamatória, antioxidante e termogênica”.

> MEL — além de ser adoçante natural e fonte de energia, “Alguns estudos mostram propriedades antioxidantes e antimicrobianas, pois como tem açúcar não oferece condições ideias para o crescimento de bactérias”, informa Travain.

> VINAGRE DE MAÇÃ — o líquido de sabor ácido “funciona como conservante, evitando o crescimento de microorganismos.” De acordo ela, “Estudos apontam que o vinagre pode apresentar efeitos fisiológicos positivos em relação à regulação da glicose sanguínea, controle da pressão arterial, auxílio da digestão e estimulação do apetite.” Além disso, algumas pesquisas também atestam que a ingestão moderada de vinagre de maçã pode ser benéfica para redução do colesterol no organismo.

> ÁGUA — Bom, essa que representa 60% do corpo humano, é responsável por realizar reações químicas do organismo, controlar temperatura… enfim, nos manter vivos! Precisa falar mais alguma coisa?

*Texto publicado originalmente na newsletter de Kiro em agosto de 2020. Para assinar, clique aqui.

Os textos são originalmente publicados em nossa Newsletter. Assine em mailchi.mp/bebakiro/news e tenha acesso ao conteúdo quinzenal completo.

Get the Medium app

A button that says 'Download on the App Store', and if clicked it will lead you to the iOS App store
A button that says 'Get it on, Google Play', and if clicked it will lead you to the Google Play store